domingo, 21 de setembro de 2008

Sempre terá uma Flor em meu jardim

As lágrimas caindo, sem resistência
Molhando meu papel rabiscado
Borrando os versos escritos
Do meu mais belo poema, quase apagado.
Entrego-me à inércia das paixões
E deixo-me levar por caminhos que desconheço
E não percebo.
Sou à dor apresentado
E espero angustiado.
Pela derradeira palavra
Para que eu termine meu mais belo poema, quase apagado.

3 comentários:

*Raíssa disse...

Lindo, lindo!

=*

404 Not Found disse...

e que você sempre cultive esse jardim...

muito bom! :*

Allan disse...

esse ta foda :)