Sinto o peso dos dias
Cada um me esmagando de um jeito.
Todos juntos
E como os dias passam
Mas não passam em mim
O peso só cresce e cresce e eu
Coitado
Fraco, condenado a viver
Sendo esmagado
Sem fôlego
Sentindo a dor
E a covardia
Bater-me à porta.
Se há algum herói na minha vida
Não é meu pai
Nem eu
O herói da minha vida,
Aliás, a heroína –
é legal fazer um trocadilho com a droga –
é a covardia.
Não fosse a covardia meus pulsos já estariam rasgados
Ou meu estômago cheio de veneno
Minha cabeça estourada ou os ossos dos meus pés e pernas
Triturados, feito pó.
É só o medo da dor
Minha e dos outros
Que me impede de realizar meu desejo.
E assim vou passando
E os dias em mim se acumulando
Como blocos de concreto em cima dum pardal
Que treme as pernas e já não agüenta
E já quase deixa-se levar
De uma vez
Por todas
Ao fim.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Bebel
As lágrimas e os soluços me denunciam
Sou culpado e tu serás a minha prisão
Deixaste o mundo, mas a mim não.
Onde estão meus analgésicos?
Será que eles teriam aliviado a tua dor?
Não há palavras, ditas ou escritas
Há apenas o sentimento, a lembrança
Os momentos conjuntos, o amor...
O que eu, poeta, direi agora?
Nem mesmo sei o que escrevo
Se faço poesia, é sem querer
Mas é esse o meu analgésico
E é isso o que aliviará minha dor...
Do fundo da minha alma
Do fundo do meu coração
Do meu sangue, e do teu derramado
Da tua vida, que agora existe em mim,
De tudo isso,
Sobrarão o ‘eu te amo’ que eu nunca disse
E a saudade da tua alegria, da tua companhia
Da tua voz rouca e da tua gargalhada
Sobrará também a tua imagem gravada na minha mente
Sorrindo e me chamando: escroto!
Te amei – no passado
Te amo – no presente
E te amarei – eternamente.
Boa viagem e mais força nas próximas caminhadas, estarei sempre aqui para ajudá-la.
Sou culpado e tu serás a minha prisão
Deixaste o mundo, mas a mim não.
Onde estão meus analgésicos?
Será que eles teriam aliviado a tua dor?
Não há palavras, ditas ou escritas
Há apenas o sentimento, a lembrança
Os momentos conjuntos, o amor...
O que eu, poeta, direi agora?
Nem mesmo sei o que escrevo
Se faço poesia, é sem querer
Mas é esse o meu analgésico
E é isso o que aliviará minha dor...
Do fundo da minha alma
Do fundo do meu coração
Do meu sangue, e do teu derramado
Da tua vida, que agora existe em mim,
De tudo isso,
Sobrarão o ‘eu te amo’ que eu nunca disse
E a saudade da tua alegria, da tua companhia
Da tua voz rouca e da tua gargalhada
Sobrará também a tua imagem gravada na minha mente
Sorrindo e me chamando: escroto!
Te amei – no passado
Te amo – no presente
E te amarei – eternamente.
Boa viagem e mais força nas próximas caminhadas, estarei sempre aqui para ajudá-la.
Bebel
Está chovendo dentro de mim?
Porque meus olhos põem água fora
E se os olhos são o espelho da alma
Minha alma chora agora.
‘I hurt myself today
to see if I still feel
I focus on the pain
The only thing that’s real.’
Porque meus olhos põem água fora
E se os olhos são o espelho da alma
Minha alma chora agora.
‘I hurt myself today
to see if I still feel
I focus on the pain
The only thing that’s real.’
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Coração Rubro-Negro
Ai, meu Flamengo,
Só eu sei quanto te amo
E por isso tua glória clamo
Quando o teu hino canto.
Ai, meu Flamengo,
Que podeis dizer da tua torcida
Essa gente abençoada e querida
Por Deus, o maior Flamenguista?
Ô, meu Flamengo,
Não tira o fôlego da tua nação
Não deixa esvair-se essa paixão
E mostra tua força no Brasileirão!
Ô, meu Flamengo,
Estende tua bandeira em todo o céu
E deixa provirem-se desse mel
Que é a alegria de torcer por ti.
Ai, Flamengo,
És tu o dono do meu coração
És tu o meu amor, minha religião
És tu a minha vida!
E por ti torcerei eternamente
Pois este peito rubro-negro sente
O calor da tua paixão ardente!
Só eu sei quanto te amo
E por isso tua glória clamo
Quando o teu hino canto.
Ai, meu Flamengo,
Que podeis dizer da tua torcida
Essa gente abençoada e querida
Por Deus, o maior Flamenguista?
Ô, meu Flamengo,
Não tira o fôlego da tua nação
Não deixa esvair-se essa paixão
E mostra tua força no Brasileirão!
Ô, meu Flamengo,
Estende tua bandeira em todo o céu
E deixa provirem-se desse mel
Que é a alegria de torcer por ti.
Ai, Flamengo,
És tu o dono do meu coração
És tu o meu amor, minha religião
És tu a minha vida!
E por ti torcerei eternamente
Pois este peito rubro-negro sente
O calor da tua paixão ardente!
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