domingo, 17 de janeiro de 2010

Sonho

imerso
em mil
e um
mares
perdido
em mil
e um
bares
provando
a dor
em mil
copos
causando
dor
em mil
corpos
- a vida
que corre
no sangue
que escorre
ao som
de gritos
de ninfetas
ao som
de tiros
de escopetas
ao som
do toque
de trombetas...
e o céu
abre
seus portões
- anjos
cantam
doces
bordões –
mas jamais
serão
para mim
a ilusão
tem logo
seu fim
e se abrem
portões
gradeados
que por
fogo
são
rodeados
mas recuso
seguir
o caminho
decido
e erro
e morro
sozinho...
as imagens
desfeitas
na mente
foram
feitas
no sub-
consciente
e acordo
deitado
parado
calado.
concluo
que fora
um sonho
e agora
- acordado –
volto
à vida...
à vida,
este sonho
medonho.

Um comentário:

Meu nome sempre foi Alice. disse...

a vida é um sonho pra quem gosta de viver